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‘Temporária da prisão domiciliar é singularmente inovadora’, diz defesa de Bolsonaro

Após Moraes autorizar domiciliar por 90 dias, criminalista Paulo Amador da Cunha Bueno afirma que “não se pode perder de vista que, lamentavelmente, as condições e necessidades especiais que o presidente demanda, são permanentes e esse nível de cuidados, portanto, serão demandados por toda vida”